Conheça a Linha do Tempo (OLA) do AI Copilot da Service Up: a perícia de tempo por chamado que refaz a cronologia de qualquer atendimento, mostra onde o tempo útil foi consumido e revela por que o SLA/OLA estourou — tudo em horário comercial, com um clique dentro do próprio chamado.
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- A Linha do Tempo (OLA) reconstrói cronologicamente QUALQUER chamado e mostra ONDE o tempo útil foi gasto e por que o SLA/OLA estourou — a perícia de tempo por chamado.
- Roda sob demanda, em segundos, por um botão INVESTIGAR dentro do próprio chamado; leitura read-only, sem alterar nada.
- Tudo é medido em TEMPO ÚTIL (horário comercial/OLA), não tempo corrido — por isso é justo para cobrança e disputas de SLA/OLA.
- Traz resumo em linguagem natural (o que aconteceu e onde estão os gargalos), tempo por estado, fila e responsável, atuação por analista, linha do tempo tipo Gantt e log de eventos.
- Diferente do RCA (que explica a CAUSA do problema), a Linha do Tempo explica ONDE o tempo se perdeu no atendimento — handoffs, filas e inação.
A cena: o chamado que ninguém viu parar
Todo time de suporte conhece a sensação. Um chamado é aberto, alguém encosta nele, ele muda de fila, o dia vira semana — e, quando alguém finalmente olha, já passou tempo demais. Não houve má-fé, não houve um culpado óbvio: houve silêncio. O chamado simplesmente escorregou entre uma fila e outra, ficou esperando um retorno que não veio, e o relógio do SLA seguiu correndo enquanto todo mundo estava ocupado com o resto da fila.
Quando isso é percebido, começa o ritual mais caro do help desk: abrir o histórico inteiro do chamado e ler tudo, evento por evento, tentando remontar de cabeça quem fez o quê e quando. É lento, é cansativo e, pior, é impreciso — porque ninguém consegue calcular na cabeça quantas horas úteis o chamado passou em cada estado, descontando fins de semana, feriados e o horário comercial do OLA. É exatamente aí que a Linha do Tempo (OLA) entra.
Em vez de reconstruir a história manualmente, o gestor ou o analista abre o chamado e clica em INVESTIGAR. Em segundos, o AI Copilot refaz a cronologia inteira, separa quanto tempo útil foi gasto em cada estado, cada fila e cada responsável, e escreve, em linguagem natural, o que aconteceu e onde o tempo se perdeu. A história que ninguém tinha tempo de ler vira um resumo claro na tela.
O que é a Linha do Tempo (OLA): perícia de tempo por chamado
A Linha do Tempo (OLA) é o módulo do AI Copilot dedicado a uma única pergunta: onde o tempo foi parar neste chamado? Enquanto os outros módulos olham o conjunto — o RCA explica a causa-raiz de um problema, o Insights mostra como está o backlog e o Caçador de Backlog aponta o que fazer agora — a Linha do Tempo faz a perícia de tempo de um chamado específico, do começo ao fim.
Ela roda dentro do próprio chamado (ticket zoom), acionada por um botão INVESTIGAR, sob demanda e em segundos. A leitura é read-only: o módulo não altera o chamado, não adiciona notas, não muda estado nem fila. Ele apenas lê o que já existe e organiza para você — a captura é fiel ao que aconteceu.
O ponto central é o conceito de tempo útil. Cada hora é contada em horário comercial, segundo o OLA — não em tempo corrido. Isso muda tudo na hora de cobrar e defender um SLA: um chamado que parece parado por três dias no calendário pode ter, na prática, muito menos horas úteis; e um chamado que estourou o SLA teve o estouro medido pela régua justa, a mesma régua que foi combinada no contrato de nível operacional.
O que a IA mostra quando você clica em INVESTIGAR
A tela da Linha do Tempo (OLA) reúne, em um só lugar, tudo o que você precisaria garimpar no histórico — organizado para ser lido em minutos, não em uma tarde inteira. São nove blocos que trabalham juntos.
No topo, uma faixa de indicadores resume o chamado: estado, fila, prioridade, idade, interações de cliente e de agente (por exemplo, 1/0) e horas apontadas. Logo abaixo, o selo de SLA mostra o tipo e a meta em horas — por exemplo, Requisição – Médio Impacto (80h) — e sinaliza quando o chamado foi escalado ou estourou. Em seguida vem o Resumo por IA (motor DeepSeek), o coração humano do módulo, dividido em dois blocos que traduzem os números em história.
- Resumo por IA — bloco (a) O que aconteceu: quem abriu, por qual canal (por exemplo, ligação), quem foi o dono, as movimentações de fila e o número de interações.
- Resumo por IA — bloco (b) Onde o tempo foi gasto (gargalos): a fila ou estado que mais consumiu tempo útil e o percentual do total, as reincidências de escalation de resposta e uma conclusão que atribui o tempo.
- Tempo por estado (útil): barras que mostram quanto tempo útil o chamado passou em cada estado.
- Tempo por fila (útil): barras por fila, revelando onde o chamado ficou represado.
- Tempo por responsável (útil): barras por responsável, sempre em horário útil.
- Atuação por analista: tabela com Analista, Tempo até atuar e Tempo como dono.
- Linha do tempo: barra tipo Gantt colorida por estado, com marcos de evento, intervalo de datas e legenda por estado.
- Eventos (N): log expansível com timestamp, tipo do evento, ator e intervalo — incluindo Criado, Ligação (cliente), Responsável alterado, Movido de fila e SLA resposta iniciou (recorrente, que marca as reincidências de escalation).
O painel Investigar · em ação
O que aconteceu: chamado aberto via ligação; ficou ~46h úteis sem retorno ao cliente (1 contato, 0 respostas) e passou por 2 filas com um único responsável.
Onde o tempo foi (gargalo): a fila Desenvolvimento sozinha consumiu ~39h (86%) do tempo útil; o SLA de 1º retorno estourou 5× seguidas. Conclusão: ausência de atuação do responsável.
TEMPO POR FILA (ÚTIL)
TEMPO POR ESTADO (ÚTIL)
LINHA DO TEMPO
Recriação do painel real (chamado → botão Investigar). Dados ilustrativos, sem identificar pessoas.
O cenário: 46 horas de silêncio, 86% do tempo em uma fila
Vale traduzir tudo isso em um exemplo concreto — números ilustrativos, que são métricas de tempo, não dados de ninguém. Imagine um chamado que ficou cerca de 46 horas em horário útil sem uma única interação de retorno ao cliente. No calendário, isso se espalha por vários dias; em tempo útil, são 46 horas de silêncio que o SLA sente na pele.
Ao clicar em INVESTIGAR, o AI Copilot desenha a história. A faixa de indicadores mostra 1 contato do cliente e 0 respostas do agente. O selo de SLA acende o aviso: o primeiro retorno estourou cinco vezes seguidas — cinco vezes o evento SLA resposta iniciou reaparece no log, denunciando escalations que se repetiram sem que o retorno saísse. As barras de Tempo por fila (útil) apontam uma única fila que sozinha consumiu cerca de 39 horas, 86% de todo o tempo útil do ciclo. O log de Eventos fecha o quadro com 10 eventos ao longo do ciclo.
A conclusão do Resumo por IA é direta e desconfortável, mas honesta: ausência de atuação do responsável. Não foi uma causa técnica difícil, não foi um cliente que sumiu — foi um chamado que ficou parado em uma fila, aguardando uma atuação que não aconteceu. O que antes exigiria uma reconstrução manual demorada e discutível vira, aqui, uma leitura de segundos que aponta o gargalo com o dedo.
Linha do Tempo (OLA) x RCA: onde o tempo se perdeu, não por que quebrou
É comum confundir os dois módulos, então vale separar. O RCA responde por que o problema aconteceu — a causa-raiz técnica ou de processo por trás de uma falha. A Linha do Tempo (OLA) responde onde o tempo se perdeu no atendimento daquele chamado: em qual fila ele ficou represado, quantos handoffs teve, quanto tempo cada responsável levou para atuar e quando a inação começou a corroer o SLA.
Na prática, os dois se completam. O RCA cuida da qualidade da solução; a Linha do Tempo cuida da qualidade do tempo — a governança de SLA/OLA, os handoffs e a inação. Um chamado pode ter tido uma causa-raiz simples e ainda assim ter estourado o SLA por pura demora entre filas; é essa segunda história que a Linha do Tempo conta.
Por medir tudo em tempo útil, ela é especialmente forte para resolver disputas de SLA com dados. Quando cliente e fornecedor discordam sobre um estouro, não é preciso apelar para memória ou boa vontade: a linha do tempo mostra, hora útil a hora útil, onde o relógio correu e por quê.
Para quem é e onde usar no dia a dia
A Linha do Tempo (OLA) foi pensada para dois públicos que olham o mesmo chamado com objetivos diferentes. Para o gestor de suporte ou de CS, ela é uma ferramenta de governança: acompanha o cumprimento de SLA/OLA, sustenta disputas com dados, expõe gargalos de fila e handoffs e alimenta retrospectivas, 1:1 e melhoria de processo com fatos, não com impressões. Para o analista ou técnico, ela é um atalho: entender um chamado inteiro — inclusive um chamado antigo, no onboarding — em segundos, sem precisar ler o histórico linha a linha.
Os usos se repetem em vários momentos. Em auditoria, ela dá rastreabilidade de tempo por estado, fila e responsável. Em uma retrospectiva de time, ela transforma um caso difícil em aprendizado claro sobre onde o processo trava. No onboarding de alguém novo, ela permite que a pessoa compreenda um caso complexo sem depender de quem estava lá. E, no dia a dia, ela simplesmente substitui a leitura manual do histórico inteiro do chamado.
Vale reforçar o cuidado com pessoas: a leitura é sobre tempo e processo. Falamos de responsável e de analista de forma genérica, olhando handoffs e gargalos — não para expor produtividade individual, mas para consertar o fluxo que deixou o chamado parar.
Como levar a Linha do Tempo (OLA) para o seu time
A Linha do Tempo (OLA) é um recurso do AI Copilot da Service Up, o ITSM/help desk construído sobre Znuny/OTRS com o motor DeepSeek. Ela vive dentro do produto, acessível pelo botão INVESTIGAR no próprio chamado — não há nada para baixar ou instalar por conta.
Se você quer levar a perícia de tempo por chamado para o seu time — seja para blindar a governança de SLA/OLA, seja para dar aos analistas um jeito de entender qualquer chamado em segundos — fale com o nosso time comercial pelo WhatsApp. A gente mostra a Linha do Tempo (OLA) rodando em cenários reais do seu contexto e explica como habilitá-la no seu ambiente.
🔧 Para os técnicos
Abra só o que te interessa.É tempo útil ou tempo corrido?
Tempo útil. Toda medição é feita em horário comercial, segundo o OLA — descontando o que está fora do expediente. É por isso que o módulo é justo para cobrança e defesa de SLA/OLA: usa a mesma régua combinada em contrato, não o relógio de calendário.
Como o módulo é acionado e quanto demora?
Por um botão INVESTIGAR dentro do próprio chamado (ticket zoom). Roda sob demanda e devolve a reconstrução em segundos. É leitura read-only: não altera estado, fila, nem adiciona notas ao chamado.
Qual é o motor por trás do Resumo por IA?
O AI Copilot da Service Up usa o motor DeepSeek. O Resumo por IA traduz a cronologia em linguagem natural, em dois blocos: o que aconteceu e onde o tempo foi gasto (gargalos), com a conclusão atribuindo o tempo.
O que é OLA e qual a diferença para o RCA?
OLA (Operational Level Agreement) é o acordo de nível operacional que define o horário e as metas de tempo do atendimento — a base do tempo útil. Já a diferença para o RCA: o RCA explica a causa do problema (por que quebrou), enquanto a Linha do Tempo (OLA) explica onde o tempo se perdeu no atendimento (handoffs, filas e inação).
Este módulo é parte do AI Copilot da Service Up
Somos especialistas em ITSM e help desk (parceira Znuny/OTOBO). O AI Copilot já roda no nosso ambiente — e pode rodar no seu.
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